EU NÃO SEI O QUE TÔ ESCREVENDO
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Eu não sei o que estou escrevendo. E não sei como será o fim desse textinho (ou textão), mas tô com aquela vontade incontrolável de escrever.
Eu não escrevo aqui desde 2016 (eu sou a tia da piada do pavê rsrsrssss) e isso foi, sei lá, bom. Eu acho. Essa falta da necessidade de tornar público tudo o que vem passando nessa mente louca me ajudou a pôr algumas coisas no lugar. Isso não vale pro twitter porque eu sempre coloco alguma coisinha no site. Mas não coloquei as coisas pra fora de uma maneira organizada e coerente. Na verdade, nem sei se aqui as coisas ficarão organizadas e coerentes. Ha. Ha. Droga.
2017 já começou com um pouquinho mais de esperança. Depois da loucura que foi 2016, eu respirei um pouco mais aliviada. na verdade, 2016 nem foi um ano tão difícil assim. Claro, tive momentos muito difíceis. Todo mundo teve. Mas tive momentos muito bons que até hoje fazem aquele sorrisinho bobo surgir na face. Todo mundo também. Acho que o segredo foi saber passar pelos momentos difíceis com a graciosidade de quem sabe que eles também passarão. E não colocando esses momentos loucos em pedestais imaginários, mas sabendo equilibrá-los com as presença dos momentos legais. Acho que, enfim, achei equilíbrio em relação a isso. Uma lição que 2016 me trouxe.
Comecei a leitura bíblica anual e espero seguir firme e forte nessa jornada. Incrível como Deus tem coisas a nos dizer a todo momento. Confesso que às vezes me perco. Esqueço a leitura um dia ou outro, mas volto rapidex pra saber o que Ele tem pra conversar comigo. E acredito que viver a palavra dEle significa curtir a criação, as pessoas que Ele tem colocado na minha vida e mostrar gratidão sempre. A vida é complicada. Fato. Mas saber que há um consolador torna tudo tão mais fácil. Ter Deus como melhor amigo não me deixa isenta de problemas. Eu sou humana e devo sim passar por coisas ruins (como já disse lá em cima que passei), mas sei que Ele está sempre de braços abertos quando eu passo por coisas que não sei controlar. Doenças, mortes, conflitos internos e externos. Ele só tá lá. Sempre e pra sempre. Ele é legal, Ele é bom!
Outra coisa que aprendi no ano passado e já levo para esse ano é saber que sentir não é crime. Por muito tempo (muito tempo mesmo) eu tive medo de expressar sentimentos. Sejam eles bons ou ruins. Eu só me escondia dentro dessa concha e me sufocava em mim mesma, O que não resultou em coisas muito boas, obviamente. Mas com as pessoas e situações certas eu aprendi que sentir faz parte. E isso é bom. Claro que tô dando um passo de cada vez, né? Eu sou a própria tartaruguinha quando se trata disso.
Acho que esse textinho foi mais um lembrete que qualquer outra coisa. Bem, lembretes são essenciais sempre.
No mais, tamo aí pra tudo.



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